quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Novo Blog!

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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Distâncias Singulares

A solidão tornou-se música aos jovens, nada muito significativo as crianças e aos mais velhos representa um dos maiores pesadelos modernos. Por quê? Acredito que nos assistindo mais do que a novelas diárias e a filmes surreais perceberíamos que fomos nós mesmos os plantadores dessa colheita malvista. Em nosso dia-a-dia enlatado nos deparamos com quantas pessoas? Dos seres que dividem o mesmo teto a desconhecidos que se espremem em coletivos. Sem esquecer os vizinhos de elevador, os colegas-concorrentes do departamento, os porteiros e as secretárias que impedem a sua visita, as recepcionistas que agendam os seus compromissos, as diaristas que limpam a sua casa e tantos e tantos seres que estão predestinados, dentro desse infinito e maravilhoso universo, a conviverem com você, mesmo que alguns segundos ou pela vida inteira. Esse encontro-convívio é inevitável. Vai de nós fazê-los cada vez mais ímpares ou não. A individualidade virtual dos súditos do Google formou uma legião urbana de jovens sedentos, mas desta vez não por emprego, por oportunidade ou por mudança, mas sim por sentimento, por contato interpessoal e por vivência direta. Emos ou não, os poetas modernos da música mundial descrevem sentimentos de convívio comum como uma realidade inatingível. Estamos nos distanciando dos outros para escrever sobre a falta que eles nos fazem. Usamos a Lei da Atração para atrair bens de consumo, para atrair tecnologia, ao invés, de atrairmos pessoas e oportunidades que prosperarão o coletivo. Acredito que o Criador de tudo isso doou essa Terra para aprendermos a conviver não com carros, casas ou grandes construções. Essa passagem é oportunidade única de confundir, misturar e difundir a natureza humana particular de cada um com a natureza humana alheia, para a formação de uma série de princípios que sejam ideais a todos nós. Criando um mundo de reconhecimento de valores pessoais e não um mundo dos valores dos pertences pessoais. Sendo o convívio de uns com os outros o bem mais valioso. Ósculos&Amplexos

sábado, 29 de novembro de 2008

Tema ou Antena?

Com toda certeza, escrever é uma habilidade, dom ou persistência que qualquer pessoa alfabetizada e curiosa pode desenvolver. O que diferenciará uma das outras é o tema. Pensei muitas vezes e li muitas coisas sobre linhas e linhas, vertentes e vertentes, tendências contemporâneas e modernidades lingüísticas que estão se empossando como os ditadores da formação de rótulos para cada gôndola de livraria ter o seu valor e o seu devido prestigio. Segmentar. A palavra-ouro de muitos. Refleti sobre o que eu estava fazendo, pois como Alexandre Pelegi, aprendi a me observar muito mais do que observar os outros para realmente entender as coisas e as pessoas que estão a minha volta e assisti a um escritor de e-mails longos que se apossa dos teclados para denunciar um mundo à frente dos olhos de todos e que a lente do comodismo faz questão de nublar ou tornar redundante a uma rotina necessária e que ao separar-se desse amigo de teclas faz-se obrigado a cumprir. E o meu tema? Difícil dizer, mas olhando para o teclado vejo quase que apagada, sem mais o click de expressão a letra "A". O que me faz usar tanto essa vogal primeira? Com toda a certeza a palavra que me vem a mente é "Amor". Mas essas teclas não descreveram ou narraram somente o amor entre duas pessoas. Narraram também o amor por uma profissão, o amor pela arte, o amor pela solidariedade, o amor próprio, o amor incondicional e muito mais amores que possuímos dentro de cada um de nós que nos fazem tomar todas as decisões necessárias por mais racionais que elas demonstrem-se. Asseguro que mais do que qualquer coisa, foi registrado por essas teclas o amor pela vida. E é esse amor que me faz gastar todas as letras, vocábulos e sonhos que tenho para tentar, de maneira completamente despretensiosa, tornar o raciocínio de cada pessoa muito mais simples. Agregando a cada leitor uma verdade interior de ação e de satisfação pessoal, para que o amor, a solidariedade e o conhecimento sejam os pilares de sustentação do tripé da felicidade permanente. Portanto, façamos-nos jus ao o que sonhamos. Somos do tamanho da nossa capacidade de criar. Ósculos&Amplexos

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Salve, Salve a todos

Depois de muitos esforços individuais, e-mails em e-grupos longos e incentivo coletivo da massa, cá estou eu inaugurando um blog com o simples objetivo de quase que sem motivo dedicar alguns minutos do meu dia a dividir com palavras correntes, desenfreadas e desgovernadas a minha rotina real e imaginária, triste ou/e hilária - espero que a maioria - e contada de um jeito particular, simples e extremamente sincero.

Ósculos & Amplexos a todos